RMF registra a sua menor taxa de desemprego da série histórica

24 de novembro de 2010

Pelo quarto mês consecutivo, a taxa de desemprego registrou queda, alcançando 7,9% da população economicamente ativa (PEA), em outubro de 2010, a menor taxa da série histórica, iniciada em dezembro de 2008. Os números são da Pesquisa de Emprego e Desemprego na Região Metropolitana de Fortaleza (PED/RMF), divulgada nesta quarta-feira (24/11), pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Social (STDS) e do Instituto de Desenvolvimento do Trabalho (IDT), o SINE/CE, o DIEESE e a Fundação SEADE.

As informações da PED/RMF mostram que o total estimado de desempregados foi de 140 mil, significando a redução de 14 mil pessoas em relação ao mês anterior. As ocupações cresceram em 23 mil, número superior às 9 mil pessoas que não ingressaram no mercado de trabalho.

Os resultados positivos foram puxados pela indústria, serviços e o agregado outros, que criaram 14 mil, 10 mil e 11 mil ocupações, respectivamente. Por sua vez, o comércio eliminou 11 mil postos de trabalho e a construção civil, um mil.

Os dados apresentam que os assalariados ampliaram seus postos em 32 mil, relacionados ao crescimento dos setores privado (29 mil) e público (3 mil). No setor privado, cresceu o número de trabalhadores com carteira assinada (23 mil) e sem carteira (6 mil). Elevou-se o quantitativo de empregados domésticos (10 mil) e reduziu-se o de autônomos (15 mil) e, nas demais posições, (4 mil).

O presidente do IDT, Francisco de Assis Diniz, destaca que “os dados demonstram que todos os segmentos da força de trabalho foram beneficiados com a queda do desemprego, o que é bastante positivo. Além disso, a elevação da ocupação está num nível bem superior ao registrado no início da pesquisa, com quase cem mil trabalhadores a mais. Dessa forma, percebemos que o Ceará vem, a cada mês, destacando-se no crescimento do emprego, especialmente, o formalizado. Ressalte-se ainda que a remuneração teve um acréscimo, se considerarmos os últimos 12 meses, o que eleva o poder de compra da classe trabalhadora”.

 

24.11.2010

Assessoria de Imprensa do IDT

Ana Clara Braga (anaclara@idt.org.br / 85 31015500)