Ceasa Ceará bate recorde na oferta de alimentos em 2014

20 de Janeiro de 2015

Pela primeira vez, em 42 anos, a Centrais de Abastecimento do Ceará (Ceasa Ceará) superou no ano de 2014, em seus três entrepostos atacadistas – Maracanaú, Tianguá e Barbalha – o patamar de oferta de seiscentas mil toneladas/ano, alcançando o recorde de 652,4 mil toneladas. Isto representa uma movimentação financeira de R$1,2 bilhão/ano. Se comparado com a comercialização de 2013, quando os três entrepostos ofertaram 581 toneladas, é possível verificar um aumento de 12,2%.

Os números positivos repetem-se nas três unidades. Em Maracanaú, a oferta foi de 517,8 mil t/ano, o que representa 9,2% acima do comercializado no ano anterior quando Maracanaú ofertou 474 mil toneladas. Outra marca histórica foi alcançada no valor financeiro transacionado de R$1,05 bilhão, superando em 15,6% os números de 2013 quando a unidade movimentou 910,2 milhões.

A Ceasa Cariri, em Barbalha, fundada em 2012, demonstrou em 2014 que está em intenso processo de consolidação. Ano passado, a unidade ofertou 57.2 mil toneladas, superando em 78,1% os números de 2013 quando a unidade ofertou 32 mil toneladas. Segundo Ivens Mourão, consultor da Ceasa Ceará, a comercialização atingiu a estimativa esperada. Diante disto, conforme ele, a Ceasa Cariri se transformou em um mercado abastecedor da Região Metropolitana dos municípios de Crato, Juazeiro do Norte e Barbalha, além das cidades do entorno e os estados da Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte.

A unidade de Tianguá foi a que apresentou as menores variações, motivada pela sua reduzida área de comercialização. Apesar de tudo, em 2014, ofertou 77,5 mil toneladas, superando em 3,2% o ano anterior de 2013 quando ofertou 74 mil toneladas.

Conforme Odálio Girão, Analista de Mercado da Ceasa, apesar do longo período de estiagem no Ceará, não houve o menor risco de desabastecimento na Ceasa Segundo ele, esta é uma constatação da eficiência dos permissionários e produtores, garantindo o alimento na mesa dos cearenses. Ele explica que o produtor investiu em poços profundos e sistemas de tecnologia de irrigação; já o permissionário (comerciante), realiza uma programação de compra em outros regiões produtoras fora do Estado, possibilitando o ingresso do produto no mercado local de forma permanente.

“Na ausência do alimento em áreas de produção do Ceará o comerciante procura municípios fora do Estado que estejam produzindo em larga escala para que não aconteça o desabastecimento”, ressalta Odálio Girão.

Segundo o presidente da Ceasa Ceará, Reginaldo Moreira, mesmo com a ausência de chuvas 49,4% dos produtos que abasteceram a Ceasa Ceará em 2014 eram origem do próprio Estado e os outros 50,6% de outros estados. Para ele, o crescimento na comercialização é fruto de um trabalho realizado em parceria entre o Governo do Estado do Ceará, Ceasa, permissionários e produtores de todo o Brasil. “O bom trabalho proporciona frutos positivos e este recorde na comercialização nos três entrepostos da Ceasa Ceará é um exemplo de cooperação e parceria que resultou em sucesso”, conclui.

 

20.01.2015

Assessoria de Comunicação da Ceasa Ceará 

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